Escandalo em Brasilia

3/12/2009

Escândalo em Brasília envolvendo José Roberto Arruda - 30/11/2009

Polícia Federal revela aos brasilienses um "deficiente moral"


Deputado Benício Tavares


Frente às (gravíssimas) denúncias de corrupção envolvendo a cúpula do governo do Distrito Federal e deputados distritais, o ICEP Brasil- Instituto Cultural e Profissionalizante de Pessoas com Deficiência do Brasil, vem por meio desta manifestar seu repúdio às ações de senhores que nada têm feito pelo povo desta cidade a não ser encher os próprios bolsos, cuecas e meias com o dinheiro do contribuinte. Causa (repulsa) e indignação as cenas exibidas (nos noticiários locais, nacionais e internacionais) de políticos do DF protagonizando a vilania e a corrupção.

Não nos causa completa surpresa (o fato) da Operação "Caixa de Pandora" ( ter ) revelado aos brasilienses o envolvimento daquele que é considerado um (político) deficiente moral. o (Deputado) Benício Tavares, (velho conhecido do Poder judiciário ), aparece mais uma vez na contramão (da bandeira) que lutamos e defendemos. Ao ser indiciado nas acusações do mensalão do DF, o deputado mais uma vez engana os deficientes do DF sem o menor pudor.

Senão, vejamos.

Não são apenas as falsas promessas de (distribuição gratuita) de lotes com o intuito de se reeleger ( nas próximas eleições ) que
( maculam ) a vida do deputado. Benício Tavares é acusado (pelo MP do DF) de desviar dinheiro da Associação dos Deficientes Físicos do DF. A ação penal que tramita na justiça é por apropriação indébita e estelionato. Além (desta), o Ministério Público também recebeu inquérito que apura suposto envolvimento do parlamentar em exploração sexual de menores. Em 2001, ( o deputado ) foi considerado culpado pelo sumiço de 18,9 mil litros de leite da associação, ( avaliados nos dias de ) hoje em torno de R$ 85,4 mil, nos cálculos do Ministério Público

Com tudo isso, a pergunta (que não quer) calar: o que mais precisa acontecer para que a sociedade do DF não mais eleja pessoas com fichas sujas como) este deputado. (O deputado Tavares agora é flagrado recebendo) propina para pagar ( contas ) de sua campanha, do seu programa de rádio e de suas contas pessoais. São cinco mandatos. Votos de pessoas com deficiência do DF, que o elegeram de boa fé. Acreditamos e queremos crer) que as pessoas com deficiência são competentes e também muitos inteligentes para desta vez não mais acreditar neste que diz ser o ( seu ) representante (no governo) do Distrito Federal.

Mas afinal, o que ele ou a quem ele representa. Aos deficientes? As propinas recebidas e (exibidas ) e o desvio de dinheiro da Associação dos Deficientes de Brasília que (deveria) ser usado para comprar equipamentos de acessibilidade e cadeira de rodas para melhorar a qualidade de vida de milhares de deficientes humildes de nossa cidade (com certeza não foram aplicadas em benefício dos deficientes).

Este deputado desonra a sociedade do DF (com sua conduta medíocre) e principalmente aqueles que o elegeram (por) cinco mandatos. Defendemos (o afastamento e) a cassação ( imediata) do mandato do senhor Benício Tavares e a punição de todos os envolvidos neste escândalo de proporções estratosféricas. Os brasilienses não mereciam este "presente ( de grego") pelo seu cinqüentenário (e muito menos os deficientes do DF que o ICEP Brasil vem defendendo com suor e sangue.)

Sueide Miranda Leite
Presidente do ICEP Brasil

 

Não aos candidatos ficha suja!!!

31/07/2009

Imagem

****

As eleições estão chegando. A cada quatro anos, vemos candidatos de caráter duvidoso tentanto uma vaga no Congresso e nas câmaras de vereadores, prefeituras e nos governos estaduais. Inúmeros candidatos que se reúnem em \"grupos\" planejando estratégias e artimanhas para iludir os eleitores. Nós já estamos cansados de ouvir promessas desses \"atores maquiavélicos\" que aproveitam-se de nossa boa fé para se eleger. Espero que em 2010 os eleitores estejam mais espertos e não confundam mais boa fé com ingenuidade.


A polêmica em torno de candidatos que respondem a processos na Justiça pode ou não disputar a eleição será decidida no Supremo Tribunal Federal.  A Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) protocolou uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para que a Justiça Eleitoral possa  examinar a vida pregressa de candidatos para indeferir seus respectivos registros. O relator da ADPF é o ministro Celso de Melo, que irá colocar o assunto em pauta dia 6 de agosto.

A maioria dos ministros deve manter o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral sobre o tema, ou seja, é inelegível o candidato que tenha condenação em definitivo. Mas, aqui entre nós, ficha suja é pouco. Quem deve impedir a entrada de políticos assim no Congresso é o eleitor.

 Sueide Miranda

 

Seu candidato tem ficha suja? Em nome da Ética, não vote nele!

21/07/2009

*****

 

As eleições estão chegando. E com ela inúmeros candidatos que se reúnem em \"grupos\" planejando estratégias e artimanhas para iludir os eleitores.
Acredito que todos nós, já estamos cansados de ouvir promessas desses \"atores maquiavélicos\" que aproveitam-se de nossa boa fé para se eleger (espero que em 2010 os eleitores estejam mais espertos e não confundam mais boa fé com ingênuidade).


STF decide ficha suja dia 6 de agosto


A polêmica se o candidato que responde a processos na Justiça pode ou não disputar a eleição será decidida no Supremo Tribunal Federal.  A Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) protocolou uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para que a Justiça Eleitoral possa  examinar vida pregressa de candidatos para indeferir seus respectivos registros. O relator da ADPF é o ministro Celso de Melo, que irá colocar o assunto em pauta dia 6 de agosto.
A maioria dos ministros deve manter o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral sobre o tema, ou seja, é inelegível o candidato que tenha condenação em definitivo. Ficha suja é pouco. O eleitor é que deve barrar sua eleição.

 

 

Michael Jackson: Libertou-se o Menino

10/07/2009

*****

 

Livre. Finalmente o pequeno menino negro aprisionado no corpo do astro pop deformado e ensandecido pode voar para a sua Neverlândia imaginária, agora real.

 

Lindíssimo todos os slides.

 

 

Telemarketing e o desrespeito ao consumidor

26/06/2009

Leia o texto abaixo:

 Há dias venho enfrentando problemas com o serviço de atendimento ao consumidor da Sky. Tive dificuldades para acessar alguns canais e recorri ao call center da empresa. Foi uma dor-de-cabeça infernal: a demora no atendimento e a demora na resolução do problema. Conheço muitas pessoas que passam pela mesma situação. É um desrespeito a maneira como esses serviços tratam o consumidor. Sempre dão a impressão de que estão fazendo um favor. Infelizmente muito pouco é feito para acabar com esse absurdo. Recomendo a leitura deste texto do jornalista Fernando Cruz, no blog(www.joaolendea.wordpress.com). O desabafo dele é o que muita gente como eu gostaria de dizer sobre o assunto. Ele entrou na justiça contra algumas empresas por terem colocado seu nome no SERASA de maneira indevida. A ele os meus parabéns pelo exemplo de cidadania.
 
Sueid Miranda
 

“Obrigado por ter aguardado… Só mais um instante, por favor”
 
No ano passado, o presidente Lula assinou decreto determinando mudanças no atendimento dos chamados call centers. Sim, aqueles centros de atendimento ao consumidor que parecem servir mais para testar os limites do bombeamento de sangue ao coração de milhões de coitados Brasil afora do que atender alguém. Bem, se você nunca passou ao menos uma vez pela situação de querer esganar um atendente de call center, é provavelmente uma pessoa abençoada pelos céus e deveria tentar a loteria.
 
 No meu caso, toda vez que ouço “obrigado por aguardar”, “só mais um instante” e “anote o número do protocolo”, um calafrio me percorre a espinha e não demoro muito a estrebuchar em mais um ataque de pânico, sabendo que serei a próxima vítima de um infarto agudo e fulminante do miocárdio. Apesar disso, cheguei a pensar, ingenuamente, é verdade, que tantos dias de tormenta eram coisa de um passado remoto. Afinal, havia um fascinante novo modelo de atendimento dos operadores de telemarketing. De acordo com o decreto presidencial, as novas regras para atendimento determinam que:
 
- a opção de falar direto com o atendente está no primeiro menu eletrônico;
- as opções de reclamação e cancelamento estão entre as primeiras alternativas do menu;
- não é preciso repetir quaisquer dados durante o atendimento;
- pedidos de informações devem ser atendidos imediatamente;
- o cancelamento deve ser feito imediatamente;
- os problemas relatados devem ser resolvidos em até cinco dias úteis.
 
 As mudanças pareciam mesmo promissoras. Ao ler sobre o assunto, fui invadido por uma reconfortante sensação de paz. Meus dias de cobaia para experimentos psicológicos haviam acabado. Resolvi comprovar, com certo júbilo, este novo e maravilhoso momento histórico do cotidiano brasileiro. A ligação foi para reclamar da falta de conexão à internet, e logo fui surpreendido com o primeiro teste de paciência: devido a uma promoção para adesão a um plano de 10 mega de velocidade de navegação na internet, a companhia informava que o tempo de espera estava ligeiramente acima dos “padrões”.
 
Desnecessariamente, lembrei a mim mesmo que as novas regras incluem a obrigatoriedade de atendimento em até um minuto. Assim, preparei-me para esperar no máximo uns dois minutos.
 
 Meu tempo total de espera foi de 18 minutos. Me identifiquei, informei número de CPF, telefone e endereço de residência e expliquei meu problema. Após outros procedimentos de praxe (teste da linha, nova conexão do modem), fui informado da desconfiguração da caixinha. A atendente disse que eu seria transferido para o departamento técnico. A ligação caiu. O pesadelo entrava agora na fase dois, tão profunda e intensa quanto a do “movimento rápido dos olhos”.
 
 Após mais 15 minutos para ser atendido, todo o procedimento foi repetido (CPF, telefone, endereço e, a essa altura, a infame pergunta “qual o seu problema, senhor?”). Depois do passo-a-passo para reconfigurar o modem, que levou apenas mais 20 minutos, o funcionário subitamente se deu conta de que o problema poderia ser externo, no meu prédio.
 
 Uma visita técnica foi agendada para o período da manhã. Aguardei e, claro, ninguém apareceu. Não poderia ser tão fácil assim. Uma nova ligação, com mais uma imperceptível espera de 11 minutos, e fui informado de que o técnico poderia não ter ido por estar com excesso de chamadas. Ora, se estava com excesso de chamadas por que diabos então os gênios do call center marcaram a visita?
 
 Mais cinco dias se passaram, com novas ligações e outra visita agendada, até que a questão fosse resolvida. O problema, afinal, estava num dos cabos instalados pela companhia. Simplesmente havia parado de funcionar. Trocado o cabo, a internet voltou finalmente aos eixos, no sexto dia. Resumo da ópera: perdi horas preciosas de trabalho ao implorar por um serviço que prima pela competência em matar pessoas do coração. As regras podem ser novas mas, na prática, os operadores de telemarketing continuam a deixar muita gente roxa de raiva.
 
 Fico imaginando porque as agências reguladoras deixam esse festival de atrocidades contra o consumidor ocorrer diariamente. Não é possível que as pessoas utilizem o serviço de empresas que deixam a impressão de que estão fazendo um favor e não cumprindo com sua obrigação. Quer cancelar sua tv por assinatura? Pagou para entrar, agora reze para sair. Quer mudar de operadora de celular? Implore a São Jorge com muita fé. Outra conexão de internet? Recorra a um médium e suplique a Alan Kardec para quebrar seu galho. E o mais impressionante é que a adesão a esses serviços é quase sempre eficiente. Eles anotam os dados e, mais rápido do que o sujeito consegue falar a palavra “idiota”, lá está a fatura matadora.
 
 Mas a verdade é que reclamo de barriga cheia. Sou um afortunado no meio de toda essa choradeira. Um amigo jornalista, por exemplo, teve o nome incluído nos registros do SERASA e do SPC por nada menos do que três empresas. Todas não prestaram serviço adequado (atraso no envio de contas, faturas com datas diferentes, falta constante de funcionamento da linha telefônica, TV a cabo e internet) e ele cancelou os serviços. Claro, depois de passar pelo suplício dos call centers.
 
 Em dois casos, foi cobrada multa por quebra da “fidelização”, mas as empresas, era de se esperar, não se comprometeram a pagar multa pela falta de competência. Em outro, simplesmente cobraram uma fatura inexistente. Em todos, volto a frisar, o nome do infeliz foi para a lista negra dos mau pagadores. Triste. Aos olhos da lei, o que um dia foi seu glorioso registro de batismo, hoje não passa de mais um nome “sujo”.
 
 Uma delas, a NET, foi ao extremo na estratégia de enlouquecimento de clientes a curto prazo. Meu amigo registrou mais de 50 ligações (todas acompanhadas do famoso número de protocolo) pedindo reparo da internet. E o problema nunca foi solucionado. Em uma ligação, chegou a ser xingado pelo atendente, que não se fez de rogado e bateu com vontade o telefone na cara do “abusado”. O “folgado” do meu amigo, na verdade, um belo de um trouxa, chegou a pegar uma pneumonia por ter usado, às cinco da manhã, a conexão de internet do aeroporto para terminar um trabalho urgente.
 
 Ele  relata ter passado por todos os estados emocionais ao lidar com o serviço de telemarketing da NET: da boa vontade inicial à indignação, da cólera ao desespero, da tristeza à humilhação. Com o nome enlameado na praça há três anos – seus advogados insistem que a retirada do nome do SERASA e do SPC deve ser feita pelas próprias empresas -, meu amigo continua impedido de assumir um emprego no serviço público ou de financiar um carro novo. Mas há ainda esperança, uma pequena luz no fim do túnel: ele me diz que acaba de receber sua primeira indenização por danos morais de uma das empresas.
 
 É fato: processo por danos morais não resolve inteiramente a questão nem trará de volta os bons tempos de paz da era pré-digital. Mas ao menos é uma atitude digna de um cidadão que foi lesado no seu direito de consumidor. Tem gente que diz que ele é meio doido por se obrigar a passar por tanto sofrimento. Mas se todos fizessem o mesmo, certas empresas começariam a pensar duas vezes antes de fazer de nossas vidas um inferno por meio de simpáticas mensagens, inúteis números de protocolo e entusiasmados agradecimentos por nossa paciência: “Senhor, obrigado por ter aguardado… Só mais um instante, por favor”.
 
Nota do moderador: O autor pede desculpas pelo tamanho do desabafo e promete textos mais curtos. Ficou tão traumatizado com a experiência que, por um momento, esqueceu que ele mesmo era o tal amigo jornalista com o nome no SPC.

 

 

 

 

Video DFTV

19/06/2009

.

“Sabe com quem está falando?”

Há alguns dias, os jornais noticiaram a prisão de um advogado em Brasília, o subprocurador-geral do DF, José Luciano Arantes. O advogado foi detido, acusado de dirigir embriagado e desacatar policiais após um acidente de trânsito. Segundo relato dos policiais, Arantes chegou a ameaçar de morte um deles. “Se você passar perto da minha casa, é um cara morto. Eu sou advogado, vou botar vocês na rua”, disse.

    Eu me pergunto: o que será que essa gente tem na cabeça para desrespeitar a lei dessa maneira? Dirigir embriagado, bater o carro, fugir, resistir à prisão e ainda ameaçar representantes da lei! Isso me faz lembrar certas histórias sombrias da época da ditadura. Naqueles tempos, muitos jovens, filhos de políticos e militares, faziam da impunidade um modo de vida, não só em Brasília como em outras capitais.

    Confrontados por qualquer irregularidade, fosse estacionar em lugar proibido ou dirigir sem habilitação, muitos diziam: “Você sabe com quem está falando?” Ou “sabe de quem eu sou filho?” Era a senha para que a autoridade pensasse duas vezes antes de seguir em frente e correr o risco de perder o emprego.

    Será que esse advogado pensou que os tempos da ditadura estão de volta, quando leis podiam ser desrespeitadas impunemente? Será que ele pensou que ainda há um “jeitinho” para resolver as coisas? Que a Lei de Gerson livraria a cara de subprocurador dele?

    José Luciano Arantes foi autuado por seis crimes: lesão corporal, injúria, desacato, resistência à prisão, desobediência e ameaça. Ele foi liberado depois de assinar um termo no qual se compromete a comparecer em juízo. Parabéns à Polícia Militar do Distrito Federal pela atuação irrepreensível e nos limites da legalidade.

Sueid Miranda

 

Adicionar Comentário

x
Formulário para Comentário

Mensagem

Mensagem

Mensagem